Produção teve o apoio do Ministério da Justiça, do Governo Federal.
O evento contou com a exibição e debate, do documentário “30 anos de Anistia”
O Núcleo do Espaço Inclusão Cultural, em parceria com a Frente Ampla, realizou no dia 06 de dezembro, o encerramento do primeiro ciclo de atividades do Cine Clube Inclusão, projeto contemplado pela Lei Federal Paulo Gustavo, com gestão financeira da Secretaria de Cultura e do Conselho Municipal de Política Cultural de Cubatão.
Ao longo do ano, o Cine Clube exibiu e debateu obras que dialogam com a história local e as urgências sociais. Foram exibidos os seguintes documentários:
Cubatão: Vale da Morte — direção de Bo Landin.
Rio de Fevereiro — direção de Paschoal Samora.
Colchão de Pedra — roteirizado e dirigido por Carlos Ratton. Nossa Louca Resistência — também roteirizado e dirigido por Carlos Ratton.
O documentário 30 Anos de Anistia, de Luiz Fernando Lobo, exibido no ultimo sábado, revisita o período da ditadura civil-militar (a partir de 1964), lembrando as perseguições, torturas, mortes e exílios que marcaram artistas, estudantes, trabalhadores e amplos setores da sociedade. Em um momento em que o tema “anistia” volta ao debate público, a obra contribui para colocar em perspectiva o sentido histórico e político desse processo.
Após a exibição, o público participou da tradicional roda de conversa do Cine Clube, com Dr. Fábio Moura e o professor e filósofo Reinaldo Lopes Martins, mediada pela advogada e ativista política Paula Ravanelli.
O Cine Clube Inclusão se consagra, assim, como um espaço de encontro, memória e formação crítica em Cubatão — fortalecendo o debate sobre direitos humanos, cultura e democracia.
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